quinta-feira, 14 de maio de 2009

Marco Histórico



Esse é o famoso Pátio do Colégio, localizado no centro da capital paulista, que além de servir como referencia histórica, reuni detalhes bem interessantes em sua estrutura como sua cor branca, que transmite paz, dando leveza ao clima pesado da cidade, de certa a forma a edificação faz um convite à reflexão. Algo perceptível é um grande cuidado com a limpeza do local, aparentemente as pessoas respeitam o “lugar santo” não jogando lixo no chão. No Pátio se formam retângulos, como uma espécie de labirinto que leva à capela. Também há uma combinação dos tons do chão e a edificação.

vista do alto do pátio do colégio

Diferenças Sociais


Podemos notar o transito continuo pessoas de classes sociais distintas pela rua, vestindo-se e comportando-se de maneiras diferentes. Desde senhor de idade anunciando compra de ouro, os dois homens uniformizados, o homem de terno até outro senhor que caminha puxando um carrinho cheio de “tralhas”, enfim, pessoas com vidas bem desiguais se cruzam pelas vias do bairro.

Lazer


Desempenhando o papel de alternativa de lazer, o bar reuni de forma geral pessoas que trabalham em suas imediações (Bolsa de Valores, Bancos, etc). O ambiente é bem aconchegante, pois mantém um clima de requinte antigo, tendo suas mesas bem limpas e organizadas, decoração harmônica com espelhos com frases espalhados por todo local, lustres e garrafas de bebidas penduradas no teto, passando assim, a idéia de local feito para as pessoas se sentirem totalmente à vontade para consumirem. A clientela está bem à vontade e integrada ao ambiente, mesmo a maioria estando trajada formalmente, dispensa o uso de terno ou gravata, estão todos bem relaxados.

Manifestação Cultural



Em diversos pontos da cidade entramos em contato com varios tipos de manifestações culturais, entre elas podemos destacar esse desenho colado no semáforo de trânsito, que funciona como uma espécie de pichação. É uma marca deixada por alguém, pode ter uma mensagem implícita – que só quem participa desse movimento possa entender – pode ser somente um ato de rebeldia em depredar um patrimônio público. Independente da intenção de quem colou a imagem, percebemos que o desenho quebra um pouco a cor preta do semáforo, digamos que dá um tom artístico a um objeto comum na cidade desvirtuando um pouco a sua função original, pois ele acaba não somente orientando os pedestres quanto a hora de parar ou prosseguir, mas também serve como manifesto.

Cotidiano



Na imagem destacada vemos uma cena típica de qualquer região da metrópole: um Ponto de Ônibus com pessoas esperando suas respectivas conduções. Quase todos que esperam no ponto têm o olhar fixo na direção que a condução irá chegar, de certa forma, inertes ao todo movimento e agitação às suas voltas. Não somente “desligados” da pressa da cidade, mas também passivos diante da sujeira da rua, pois mesmo havendo uma lixeira próxima ao ponto, ninguém percebe o lixo.

Comportamento


Visto de cima do viaduto, as linhas horizontais no chão, dão a impressão de que a via é uma enorme faixa de pedestres. As pessoas desfocadas dão uma agilidade à imagem, pois mostra o movimento e a pressa continua das ruas. Os produtos expostos pelos vendedores ambulantes em cima das lonas, as mesinhas dobráveis, as barracas que são facilmente desmontadas também evidenciam a agilidade da “faixa de pedestre”, na qual os vendedores têm de prontamente reunir seus produtos para escapar das investidas do “Rapa” contra eles. Enfim, podemos dizer que bairro acaba sendo lugar de “passagem”, simplesmente.

Curiosidade


Uma curiosidade do bairro é a preservação do antigo. O quiosque de Engraxataria é um bom exemplo disso, pois mantém um estilo rústico e a tradição do engraxate. Podemos notar, entretanto, que embora haja um cuidado em manter o ambiente com aparência rebuscada, há também uma sacola de lixo bem ao lado mostrando uma falta de cuidado, um desleixo dos engraxates por assim dizer, com o mesmo ambiente. Há esse paradoxo na imagem: o cuidado e a falta de cuidado com o local.

Arquitetura

Na região há um contraste bem interessante entre novo e o antigo. Na foto destacada percebe-se essa diferença entre o modelo arquitetônico rebuscado do prédio antigo, cheio de detalhes minuciosos nas janelas, para-peitos, sua forma arredondadas que parece se impor na cidade e o modelo arquitetônico do prédio mais novo novo, que ao contrario do anterior, não apresenta tantos detalhes, tendo sua forma mais “rígida” e com um padrão de retas, que não se destaca tanto nessa imagem, em relação ao primeiro.

Observamos também a árvore que cria uma espécie de moldura na foto, quebrando um pouco a sensação poluição dos prédios sujos. Sugere, de certa forma, um respiro (ou escape) das edificações, dando um tom mais suave à “frieza” da cidade de pedra.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

G4 - Rua Quinze de Novembro


G4 é formado por: Felipe Luiz, Fernanda Cristina, Francisco Saturnino, Julio Dias e Mauro Santo.